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Notícias

Radiologia Veterinária - Estudo da Coluna Vertebral 19 outubro 2016

Radiologia Veterinária - Estudo da Coluna Vertebral

Coluna Cervical e LateroLateral LL

As posições forçadas da coluna devem ser realizadas de forma suave para evitar agravar a patologia, de forma irreversível.
Radiologia Veterinária - Felino com suspeita de corpo estranho 26 julho 2016

Radiologia Veterinária - Felino com suspeita de corpo estranho

Relato de Caso Felino

Relato de caso: O paciente tem um apetite voraz, porém, não evacua e, ainda, vomita 30 minutos após a refeição. Ele bebe bastante líquido.
Cardiologia Veterinária - Taquicardia Supraventricular com Condução Aberrante 4 julho 2016

Cardiologia Veterinária - Taquicardia Supraventricular com Condução Aberrante

Eletrocardiograma veterinário constata ritmo acelerado e bastante irregular em paciente de 13 anos

As Taquicardias Supraventriculares (TSV) são taquiarritmias de origem não ventricular. Incluindo as arritmias atriais (Taquicardia atrial, flutter e fibrilação atrial) e região nodal (Taquicardia por reentrada nodal e Taquicardia por reentrada em via acessória).
Cardiologia Veterinária - Bloqueios Atrioventriculares 3 novembro 2015

Cardiologia Veterinária - Bloqueios Atrioventriculares

Saiba a importância do eletrocardiograma veterinário para a detecção de Bloqueios Atrioventriculares

 

Os Bloqueios Atrioventriculares, também chamados de BAV, são distúrbios de condução relativamente comuns na Cardiologia Veterinária. Eles ocorrem devido ao atraso ou falta de condução do estímulo elétrico cardíaco dos átrios aos ventrículos. Eles podem ser benignos (BAV 1° grau e BAV 2° grau Mobitz I) ou malignos (BAV 2° grau Mobitz II ou BAV 3°grau ou total).

 

Cardiologia Veterinária - Ritmo de Escape Ventricular 16 outubro 2015

Cardiologia Veterinária - Ritmo de Escape Ventricular

Entenda mais sobre essa doença e as formas de detecção

O ritmo de escape ventricular é caracterizado por um ritmo de substituição a um batimento de escape que se repete duas ou mais vezes. Como sabemos, é o Nódulo Sinusal (SA) que comanda o ritmo cardíaco de um animal ou de um ser humano. Para que isso seja possível, as células dessa estrutura precisam ter uma importante propriedade chamada automatismo, ou seja, a capacidade de emitir estímulos elétricos (despolarização) de forma espontânea e rítmica. 

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